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terça-feira, 15 de março de 2011

Amar á Deus sobre todas as coisas (?)

Após fazer releituras á respeito de assuntos como o de 2012, ligados á tantas profetizações ocorridas e que realmente estão acontecendo, cheguei á algumas conclusões, que como sempre são perguntas.
É de se entender que á natureza queira se desfazer de todo o acúmulo de lixo que nos acerca, e que nós mesmos provocamos... Mas, voltando bem lá no começinho de nossa existência, quando os primeiros seres humanos de nossa espécie apareceram, quando ainda não existia bíblia, poluição, excesso de população dentre tantas outras divergentes, alguns pontos ficam mal esclarecidos, ou até esclarecedores em relação ao que acontece, e ao que ainda há de acontecer. Primeiramente, para todos nós que cremos na palavra de Deus, seria imensamente injusto pagarmos esse preço. Começando pelo ponto em que nada foi nos ensinado á respeito de aquecimento global, camada de ozônio, dentre outras coisas. Não nos deixaram nada escrito dizendo: Jogue lixo no lixo, ou o lixo pode nos destruir futuramente. O rápido crescimento da população mundial trouxe consigo tecnologia em todas as áreas existentes. Tecnologia gera lixo. O ser humano se acostuma em jogar lixo em quaisquer cantos ou esquinas, afinal, a preguiça é um pecado capital que o guia e o impede de andar um pouco com o lixo nas mãos. Poderia ser explicado á partir daí, que a preguiça vai nos matar, porque com ela, não jogamos o lixo onde deve ser jogado. Mas ainda assim seria muito superficial, e mesmo assim deixou de ser dito. Após milhares de anos, foi descoberto que o lixo poderia e iria prejudicar toda á estrutura de nosso planeta; mas aí já passamos pela escola da vida, que nos ensinou que quaisquer lugares são bons lugares para se jogar até um simples papel de bala... Fica dificíl mudar esse ensinamento. E aí por conta disso, de não termos sidos avisados, por quê Deus nos fez homens com ligeira e absurda capacidade, pagamos o pato. Continua sendo injusto, ao menos pra mim. Mas fazendo uma maquete á respeito das especulações, digamos que em 2012 toda á raça humana suma, para eliminar todo o lixo do planeta, cujo os maiores e mais causadores dele somos nós mesmos. Quem ficaria para ensinar que o lixo deve ser jogado no lixo? Seria inútil ainda assim, essa suposta mudança ou renascimento se você preferir. É óbvio e claro que o ser humano é burro e só aprende com o sofrimento, mas o sofrimento de toda raça implicaria que daqui há algumas centenas de anos, outra limpeza na terra haveria de acontecer. A maior injustiça seria que: Porque nós, meros seres humanos, sem sermos avisados ou ensinados, temos que pagar um preço tão alto? Porque á vida de crianças que estão chegando agora também tem que sofrer tudo isso sem nem saber o porque? E porque tudo que emerge em torno de nós consegue ser pior á respeito do que a própria raça humana? Deus, nesse caso, estaria ao meu ponto de vista sendo injusto e estaria também mostrando que está de braços cruzados, renunciando ao poder, vendo nós todos nos afundarmos. Poderiamos dizer também que Deus está testando nossa fé e nossa coragem, ou que ele simplismente está invisivél em relação á tudo isso, não dando o seu padecer. Esse Deus que tanto nos ama não pode deixar que tudo que ele criou, se acabe. Ele sabe, e sempre soube, que seriámos eternamente assim, e que todas as nossas futuras gerações também seriam. Ou não sabe? Ele é o Deus que tudo sabe não é? Continuando em minha filosofia precária, diria que Deus teria que voltar após tudo deixar de existir, para fazer uma nova Bíblia, novos ensinamentos, novas religiões, para que assim nos ensinasse que o amor e a união devem reinar sempre; e que lugar de lixo é no lixo. Mais uma vez seria extremamente inútil, afinal, ninguém viveu pra contar, e quem estaria vivendo naquele momento não passou pelo que nós, terráquios do século XXI passamos. Assim sucessivamente, Deus acabaria com tudo á cada 26 mil anos? Qual seria á evolução do ser humano sendo assim? Nenhuma, acredito eu. Sempre que estivessemos no ápice de todas as descobertas, bum! Tudo acaba... Acredito eu, mero escritor de conflitos próprios que o ideal seria algo inusitado, que não nos colocasse mais medo, pavor, ódio e sentimentos que são verdadeiras lástimas; e sim, algo que nos enlouquecesse de compaixão e fé, algo que elevasse ao ápice nossas riquezas espirituais, nosso amor próprio, e o nosso amor em Deus.
Se eu fosse Deus, ligeiramente agiria dessa forma... Não se destrói ódio com vingança, afinal, o ódio anda lado á lado com o amor.
Á respeito de guerras nucleares previstas, de pais matando filhos e vice versa, e quaisquer outros equívocos humanitários, eu, mero cidadão, agiria da mesma forma.

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