Me consome
Se alimenta de minhas fraquezas
Sulga minhas veias
Arranca minhas entranhas
Me tira o controle.
Queima o meu amor
Me dá sede
Sede de sangue
Sede de vingança.
Destrói tudo
Com muito pouco
E depois
Me faz sentir-me sujo.
Sentimento repugnante
Que em instantes é prazeroso
Tão prazeroso quanto o sexo
E que depois esgana o meu consciente
Me proporcionando apenas
Desprezo por mim mesmo.
domingo, 30 de janeiro de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
São Paulo
Terra de todas as sensações térmicas
Terra de todos os climas, de todas as cores.
Terra de todas as divergências
Terra de oportunidades
Terra que não é terra
A natureza reina nos céus
Mas á terra é puro concreto.
Terra em que a luz e ás sombras estão lado á lado
Todo o tempo.
Até parece um ser humano enorme
Que luta o tempo todo
Pra manter sol e lua em equilíbrio
Luz e sombra andando juntos.
Á zona norte se cobre de nuvens negras
Á zona sul esbanja claridade e arco-iris
E assim, sucessivamente.
São Paulo
Museu de obras primas
De tragédias, e descasos
Mas acima de tudo, de seres incrivéis.
São Paulo chama á atenção das nações, de todas as uniões.
Terra de todos os climas, de todas as cores.
Terra de todas as divergências
Terra de oportunidades
Terra que não é terra
A natureza reina nos céus
Mas á terra é puro concreto.
Terra em que a luz e ás sombras estão lado á lado
Todo o tempo.
Até parece um ser humano enorme
Que luta o tempo todo
Pra manter sol e lua em equilíbrio
Luz e sombra andando juntos.
Á zona norte se cobre de nuvens negras
Á zona sul esbanja claridade e arco-iris
E assim, sucessivamente.
São Paulo
Museu de obras primas
De tragédias, e descasos
Mas acima de tudo, de seres incrivéis.
São Paulo chama á atenção das nações, de todas as uniões.
Sintonia musical
Meus pés tremem
Parece que estou sob um terremoto
Minhas pernas vibram
Sinto como se fosse um frio.
O frio veêm de dentro
O coração acelera
A pressão aumenta
O cérebro parece querer explodir!
Libera substâncias
As mesmas causam excitação, energia, bem-estar.
Sinto que não vou morrer
Só estou em transe
Atentado por algo que desgenera minha carne.
Me alucina, me provoca
Vou além de qualquer entendimento
Já sou fantasia
Fantasia real, real, real.
Sinto que estou fervendo
Preciso gritar, preciso vômitar algo
É o meu espírito
Implorando para se libertar.
Parece que estou sob um terremoto
Minhas pernas vibram
Sinto como se fosse um frio.
O frio veêm de dentro
O coração acelera
A pressão aumenta
O cérebro parece querer explodir!
Libera substâncias
As mesmas causam excitação, energia, bem-estar.
Sinto que não vou morrer
Só estou em transe
Atentado por algo que desgenera minha carne.
Me alucina, me provoca
Vou além de qualquer entendimento
Já sou fantasia
Fantasia real, real, real.
Sinto que estou fervendo
Preciso gritar, preciso vômitar algo
É o meu espírito
Implorando para se libertar.
Sombras
Já não sei mas o que vivo
Se sou real, ou surreal
Minha mente vôa, sinto-me em constante flutuar.
O silêncio chega,
Com ele, o escuro veêm
Medo, medo, medo
Vozes, vozes, vozes
Fumaças, fumaças, fumaças
É tudo o que eu vejo.
Horas passam, não consigo repousar
Devo aguardar o dia nascer,
Observo então que tudo precisa ser assim
Essa é a maior realidade de todas.
Doze horas de luz
Doze horas de sombra
Minha alma funciona da mesma forma
Meu corpo sente da mesma forma.
Seres habitam em mim por doze horas
Seres habitam em mim por vinte e quatro horas
O transtorno obssesivo da compulsividade
Talvez não me distorça da realidade, e sim
Identifique-a até mim.
Se sou real, ou surreal
Minha mente vôa, sinto-me em constante flutuar.
O silêncio chega,
Com ele, o escuro veêm
Medo, medo, medo
Vozes, vozes, vozes
Fumaças, fumaças, fumaças
É tudo o que eu vejo.
Horas passam, não consigo repousar
Devo aguardar o dia nascer,
Observo então que tudo precisa ser assim
Essa é a maior realidade de todas.
Doze horas de luz
Doze horas de sombra
Minha alma funciona da mesma forma
Meu corpo sente da mesma forma.
Seres habitam em mim por doze horas
Seres habitam em mim por vinte e quatro horas
O transtorno obssesivo da compulsividade
Talvez não me distorça da realidade, e sim
Identifique-a até mim.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Reinventar
Sou o reinventar.
Um dia sou água,
Outro sou vinho.
Vivo nesse constante reinventar.
Me canso de mim,
Logo, preciso nascer denovo.
Não sei ser somente branco,
Preciso ser negro.
Não consigo somente ser sóbrio,
Me aluscina de forma imprópria.
Clamo por demência,
E assim, rio com clareza.
E me reinventarei sempre,
O meu espírito nunca morre.
Um dia sou água,
Outro sou vinho.
Vivo nesse constante reinventar.
Me canso de mim,
Logo, preciso nascer denovo.
Não sei ser somente branco,
Preciso ser negro.
Não consigo somente ser sóbrio,
Me aluscina de forma imprópria.
Clamo por demência,
E assim, rio com clareza.
E me reinventarei sempre,
O meu espírito nunca morre.
Gênio
O que é ser gênio?
Você passa a ter genialidade quando surge reconhecimento?
Você passa a ser genialidade porque foi reconhecido?
Suas palavras conquistam, deliram e são copiadas porque você está á mostra?
O que significa isso?
Popularidade insana, mera futilidade, ou você realmente é um gênio?
O que te faz ser gênio?
Dizer o que eles querem ouvir,
Ser o que eles querem ver,
Andar como eles querem que você ande?
O que é isso?
Mera ilusão de ótica.
Um gênio, é um gênio quando desconhecido.
Você passa a ter genialidade quando surge reconhecimento?
Você passa a ser genialidade porque foi reconhecido?
Suas palavras conquistam, deliram e são copiadas porque você está á mostra?
O que significa isso?
Popularidade insana, mera futilidade, ou você realmente é um gênio?
O que te faz ser gênio?
Dizer o que eles querem ouvir,
Ser o que eles querem ver,
Andar como eles querem que você ande?
O que é isso?
Mera ilusão de ótica.
Um gênio, é um gênio quando desconhecido.
Psicografia
Fecho os meus olhos, já não estou mas aqui.
Meu inconsciente flui, hipermeavél, me seduz
Ja não sei mas se sou eu, sou eu?!
As palavras aparecem girando,
Como notas musicais.
Minha mente dança,
Me sinto em um dance floor
Minha consciência se enxe,
É como segurar os ares dentro do meu pulmão.
Sulgam de mim um contexto que eu desconheço
Não, eu conheço.
Já não sei mas o que age
Se sou eu, ou se minha alma.
É complexo demais, inevitavél a percusão que as palavras tomam
Elas me tomam
Ja me convenço que não sei nada, mas sei tudo.
Meu inconsciente flui, hipermeavél, me seduz
Ja não sei mas se sou eu, sou eu?!
As palavras aparecem girando,
Como notas musicais.
Minha mente dança,
Me sinto em um dance floor
Minha consciência se enxe,
É como segurar os ares dentro do meu pulmão.
Sulgam de mim um contexto que eu desconheço
Não, eu conheço.
Já não sei mas o que age
Se sou eu, ou se minha alma.
É complexo demais, inevitavél a percusão que as palavras tomam
Elas me tomam
Ja me convenço que não sei nada, mas sei tudo.
Até os sete sou anjo
Ah, até os sete um anjo...
Tempo de inocência, tempo de alegria
Ah, depois dos sete...
Demônios fluem, fluindo o fluir da minha inocência
Brigam dentro de mim, entre mim, no meio de mim.
Espiritos, príncipios de paz, o medo já me fez os perder.
Perco meu sabor, aonde está o meu eu?
Á onde estão os meus sonhos?
Os demônios os congelaram dentro de mim,
em um cubo com dimensões diferentes
que pulsam sangue e vida, cujo nome é coração.
Ele já não se excita comigo mesmo,
Á minha alma implora para ir embora,
Pois o maior demônio que age em mim,
Sou eu mesmo.
Nada sou
Nada vai, nada vêm, nada sou.
Eles me veêm, mas nada vêm.
Sei que posso, mas nada posso.
Sei que sou, mas nada sou.
Ando, e não saio da geometria em que piso.
Ligeiramente vou me despindo
Despindo-me do meu ser.
Afinal, eu sei que sou
Mas eu nada posso.
Eles me veêm, mas nada vêm.
Sei que posso, mas nada posso.
Sei que sou, mas nada sou.
Ando, e não saio da geometria em que piso.
Ligeiramente vou me despindo
Despindo-me do meu ser.
Afinal, eu sei que sou
Mas eu nada posso.
O desleixo
O desleixo dispensa ás futilezas.
O desleixo é simples.
O desleixo não sofre.
O desleixo é sofisticado.
O desleixo é simples.
O desleixo não sofre.
O desleixo é sofisticado.
Humanóides
Sinto sua alma. Logo, seus problemas são meus.
Sinto seus olhos. Logo, sei o quanto és monótono.
Sinto seu perfume. Logo, sei que somente transpira solidão.
Sinto seu andar. Logo, sei que seus passos andam junto á insegurança.
Sinto você. Logo, sei que você, sou eu.
Sinto seus olhos. Logo, sei o quanto és monótono.
Sinto seu perfume. Logo, sei que somente transpira solidão.
Sinto seu andar. Logo, sei que seus passos andam junto á insegurança.
Sinto você. Logo, sei que você, sou eu.
Assinar:
Postagens (Atom)










